DELEGAÇÃO LATINO-AMERICANA



CENTENÁRIO KREMMERZIANO

Já transcorreu um século desde que Giuliano Kremmerz lançou o primeiro número da revista “Mondo Secreto”, seu apelo aos aspirantes da Luz. Precursor de uma verdade que faz seu caminho dentre os melhores neste tormentoso e bizarro fim de milênio, necessário recompor, na esteira da grande Tradição Hermética, aquela unidade da ciência e sabedoria que na primeira metade do século XVII um monge, Marin Mersenne, tinha conseguido dilacerar, em polêmica com o grande rosacruciano Robert Fludd.


(continua na página Kremmerz)


AS QUARENTENAS ESPIRITUAIS DA MAÇONARIA EGÍPCIA - II

Depois de ter exposto a: Primeira quarentena para obter o Pentágono e tornar-se moralmente perfeito, o Padre Tommaso Vincenzo Pani, Comissário Geral da Santa Romana Inquisição no processo contra Cagliostro de 1790, prossegue então, com base no Ritual da Maçonaria Egípcia, a expor a Outra quarentena para rejuvenescer, e tornar-se fisicamente perfeito.


(continua na página Magnani)


JEJUM AUMENTA A EXPECTATIVA DE VIDA

Não é dieta ou regime. Os cientistas estão pesquisando como o jejum ou o corte radical de calorias pode promover o aumento da expectativa de vida. A alimentação equilibrada e rica em nutrientes é fundamental para uma boa saúde. Porém, já é sabido que a privação de alimentos de forma controlada pode ativar mecanismos de autodefesa das células que garantem a elas maior longevidade. É isso que se traduz em benefícios para todo nosso organismo.
Tudo por causa da autofagia. Ela é um mecanismo importante de “Auto Limpeza” que existe em todas as células de nosso corpo. Os genes que regulam essa reciclagem de organelas velhas ou malformadas foram identificados por Yoshinori Ohsumi (na foto), ganhador do Nobel de medicina deste ano.
A redução da autofagia leva ao acúmulo de componentes danificados, o que está associado à morte das células e ao desenvolvimento de doenças. Assim, manter o mecanismo ativo seria uma forma de prevenir problemas futuros.
A autofagia é ativada quando a célula está em situações de estresse. Por exemplo, quando o indivíduo fuma um cigarro ou deixa de se alimentar. Para sobreviver, a célula passa a "comer" partes internas, degradando tudo o que tem de ruim. Quanto mais o mecanismo funciona maior a faxina interna.
A autofagia não fica ativa o tempo todo. “Mas a restrição de nutrientes é uma forma de burlar isso”
Luciana Gomes, pesquisadora do Laboratório de Reparo de DNA da USP:

"O jejum induz a autofagia, isso é sabido. Também sabemos que a autofagia induz a longevidade. A busca agora é entender a conexão entre a autofagia ativada pelo jejum e a longevidade das células", explica Soraya Smaili, professora livre-docente da Escola Paulista de Medicina. Segundo ela, a maioria dos estudos feitos até hoje foi com animais.
Comer menos calorias também pode aumentar longevidade
Outra forma de ativar a autofagia e propiciar benefícios para o organismo é com a restrição do consumo de alimentos. Para funcionar, a redução de calorias ingeridas deve variar entre 20% e 60%, de acordo com as pesquisas. "Não é o jejum, é a diminuição prolongada de consumo de nutrientes. A autofagia é aumentada", explica Luciana Gomes. A redução ocorreria principalmente no consumo de carboidratos e proteínas.
Contudo, se a privação de nutrientes for muito longa, os efeitos passam a ser negativos. Nesse caso, a célula poderia começar a degradar componentes bons, que funcionam. O ideal seria conseguir estimular a faxina interna em tempo certo, sem excessos. Para isso, os cientistas pesquisam qual seriam o tempo de jejum e o nível de redução calórica que garantiriam os efeitos benéficos sem causar prejuízos.
Smaili diz que há estudos feitos em humanos que mostram que o jejum, se bem conduzido e monitorado, traz benefícios em longo prazo. "Não é um jejum prolongado. É de 12 e no máximo 24 horas. E podem ser específico, de alguns nutrientes, como carboidratos e proteínas", afirma.
Durante o jejum, seria importante manter o consumo de água e de sais, para não provocar aumento da pressão arterial ou desidratação. Um soro pode cumprir essa função. E o jejum só poderia ser feito por pessoas saudáveis.
Fazer jejum ou reduzir alimentação, o que você prefere?
Para garantir o aumento da expectativa de vida em longo prazo, o jejum precisaria ser feito de forma periódica. "Não adianta fazer um hoje e outro no ano que vem", diz a farmacólogo da Unifesp.
Já a redução calórica precisaria ser permanente para produzir efeitos. "Como é difícil ter essa disciplina, surgiu a busca para confirmar se jejum intermitente conseguiria levar aos mesmos efeitos", complementa a biomédica da USP.
As pesquisas existentes ainda não possuem resultados que permitam traçar uma indicação de freqüência do jejum.(1) Quanto à restrição calórica, Gomes explica que em testes com animais os melhores resultados ocorreram entre os que foram mantidos em restrição calórica desde o nascimento. O aumento da expectativa de vida chegaria, nesses casos, a 30%.

São Fernando Cymbaluk do UOL, São Paulo

(1) Se a ciência ainda não está em condição de determinar a frequência correcta do jejum, o hermetismo a conhece desde os tempos antigos. Por exemplo, as prescrições rituais da Schola Hermetica determinam um jejum completo uma vez por mês, que coincide com a lua nova, de acordo com algumas analogias e correspondências astrológicas entre os seres humanos e as estrelas, correspondências conhecidas unicamente por membros da Schola. (ndc)

Fonte: UOL Notícias Ciência e Saúde

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última atualização dezembro de 2016

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